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Mais de 350 mil computadores poderão ficar desligados da Internet a partir da próxima segunda-feira devido a um vírus informático.

O alerta está a ser feito pelo FBI, que reconhece que ainda há mais de 350 mil PC infectados com o DNS Changer, um vírus informático criado por cibercriminosos da Estónia que chegou a infectar cerca de meio milhão de computadores.

O esquema, iniciado em 2007, foi desmantelado pelas autoridades norte-americanas no passado mês de Novembro, que tomaram conta dos servidores utilizados pelos autores da fraude para que os cibernautas afectados não ficassem sem acesso à Internet.

Desde então o FBI lançou um site onde os utilizadores podiam ver se o computador estava ou não infectado pelo DNS Changer e caso surgisse a infecção, o site permitia apagar o vírus.

O FBI quer desligar os servidores na próxima segunda-feira, dia 9 de Julho, alegando que os custos com a sua manutenção são bastante altos, e a partir dessa data os cerca de 350 mil computadores infectados, correm o risco de ficar sem acesso à Internet.

Fonte: Sol

Perto de 31 por cento de utilizadores da internet na União Europeia apanharam, pelo menos, um vírus no computador durante o ano de 2010, com Portugal entre os países mais afetados, com 37 por cento.

De acordo com um estudo do Eurostat, o gabinete estatístico da União Europeia, “quase um terço dos indivíduos que realizaram pesquisas na internet ao longo dos 12 meses do ano informaram que apanharam um vírus no computador”.

Portugal apresenta valores que superam em seis por cento a média dos 27 Estados-membros, apesar de 86 por cento dos utilizadores portugueses utilizar ‘anti-vírus’, valor que ultrapassa, ainda que de forma ligeira, a média europeia em matéria de segurança, de 84 por cento.

De acordo com dados recolhidos pelo Eurostat, os utilizadores mais penalizados pelos vírus informáticos encontram-se na Bulgária (50 por cento), Eslováquia (47 por cento), Hungria (46 por cento) e Itália (45 por cento).

Os países cujos utilizadores foram menos afetados são a Áustria (14 por cento), Irlanda (15 por cento), Finlândia (20 por cento) e Alemanha (22 por cento).

Entre os indivíduos na UE a 27, que utilizaram a internet nos últimos 12 meses, 4 por cento reconheceram já ter sido alvo de difamação ou violação de privacidade na internet, nomeadamente, na Bulgária e em Espanha (ambos com 7 por cento), Itália e Holanda (ambos com 6 por cento).

No mesmo período, 3 por cento dos utilizadores reconheceram ter tido prejuízos financeiros na sequência de pagamentos ‘on-line’, com a Letónia (8 por cento), Reino Unido (7 por cento), Malta e Áustria (ambos com 5 por cento) a liderar a lista dos países mais penalizados em matéria financeira.

Apesar dos números avançados pelo Eurostat evidenciarem alguma preocupação, a análise do gabinete de estatísticas europeu informa que a maioria dos utilizadores europeus (84 por cento) utilizam um software de segurança.

Entre os 27 Estados-membros, mais de 90 por cento dos utilizadores de internet na Holanda (96 por cento), Luxemburgo, Malta e Finlândia (todos com 91 por cento) lideram os maiores utilizadores de software de segurança.

Seguem-se Portugal (86 por cento), a Letónia (62 por cento), a Roménia (64 por cento) e a Estónia (65 por cento).

O estudo revela também que entre os indivíduos que vivem com crianças em casa, apenas 14 por cento têm um software de segurança instalado e 5 por cento confirmaram que as crianças acederam a ‘sites’ inadequados e contactaram com pessoas “potencialmente perigosas” através da internet.

Itália (11 por cento) e Letónia (9 por cento) são os países da UE com resultados mais preocupantes nesta matéria.

Fonte: WinTech

A polémica em torno do vírus Stuxnet, que terá sido criado para atacar o programa nuclear do Irão, continua. Agora foi Teerão que nega que o vírus tenha atrasado o programa

Esta foi a resposta do governo do Irão a um inspector da Organização das Nações Unidas (ONU) que afirmou recentemente que o vírus foi um dos responsáveis pelos atrasos nos projectos iranianos para o nuclear.

De acordo com a BBC, o vice-presidente iraniano Ali Akbar Salehi admite que o Stuxnet atingiu os sistemas informáticos do programa nuclear, mas foi detido antes de chegar ao objectivo final: o sistema de controlo das centrifugadoras.

Citado pela estação britânica o responsável afirmou que «há mais de um ano o Ocidente tem tentado colocar um vírus nos nossos sistemas nucleares para destruir as nossas actividades, mas os nossos jovens cientistas pararam o vírus no exacto local onde queriam entrar».

O vírus Stuxnet foi identificado pela primeira vez há alguns meses e é considerado por muitos especialistas como o primeiro programa malicioso criado especificamente para atacar instalações industriais.

Fonte: SOL

Os cibercriminosos vieram demonstrar uma vez mais que estão atentos aos temas mais comuns da actualidade, usando-os como veiculo para propagarem os seus ataques a uma escala mais ampla.

Desta vez a nova ameaça utiliza o resgate dos mineiros chilenos que estiveram mais de 60 dias presos debaixo de terra num novo esquema de malware.

Os laboratórios da ESET alertam que a vitima recebe  um e-mail que normalmente ou se encontra em espanhol, ou em português, alusivo ao resgate dos mineiros induzindo-os a descarregar um ficheiro malicioso como se de um vídeo do resgate se tratasse e que posteriormente se tenta apoderar dos dados do utilizador.

Os e-mails possuem um título que sugere o fracasso da operação de resgate, e o corpo da mensagem vem apenas com uma hiperligação. Se o utilizador der um clique no mesmo, irá descarregar um ficheiro com a extensão COM identificado pelo ESET NOD32 como Win32/TrojanDownloader.Banload.PNA, uma variante de um cavalo de troia bancário muito comum no Brasil.

De acordo com o Nuno Mendes, ESET Portugal , «o aproveitamento de acontecimentos mediáticos é um dos iscos favoritos para os ciber-criminosos. Para um ciber-criminoso, terríveis efeitos de um forte sismo, o poder destruidor de um furacão ou até uma situação de impasse passageiro como o recente drama que os 33 mineiros do Chile passaram, é uma óptima oportunidade para lançar uma operação de phishing e obter proveitos financeiros. O conceito passa por aproveitar uma situação de sensibilidade do leitor, através de um qualquer pedido de apoio para uma campanha de ajuda humanitária o salvamento para propagar malware (tipicamente de tipo trona) que lhes permita roubar dados bancários que podem ser vendidos no mercado negro ou utilizados directamente pelo atacante.»

A ESET detectou um grande número destes e-mails após o resgate e alerta que se encontra em plena propagação.

Fonte: WinTech

Foi identificado um novo programa malicioso que obriga o Firefox a guardar as passwords do utilizador, mesmo que este não o autorize.

O alerta está a ser feito pela empresa de segurança Webroot, que adianta que esta técnica é utilizada para abrir caminho aos vírus de tipo Trojan, especializados no roubo de dados pessoais das vítimas.

O malware actua com a alteração de um ficheiro central do browser, denominado nsLoginManagerPrompter.js, que é responsável por guardar os dados de login em determinados sites, caso o utilizador aceite.

De acordo com os especialistas da Webroot o problema é que quando o PC é infectado com este vírus, sempre que o utilizador introduz estes dados no browser, estes são gravados pelo Firefox, sem que o utilizador saiba.

Depois de introduzido este programa, o computador fica à mercê de outros malwares, nomeadamente os Trojans, que são utilizados por hackers para o roubo de informação sensível.

Fonte: SOL