Archive for the ‘[Informática]’ Category

Tal como era especulado há alguns dias, a Microsoft anunciou hoje o lançamento da versão Beta do Office 2013.

Tal como aconteceu com o Windows 8, a Microsoft decidiu chamar a esta versão de testes Office 2013 Consumer Preview e Steve Ballmer veio a público destacar quais as grandes novidades que esta suite de produtividade apresentará. As principais novidades prendem-se com a interface implementada que promete tirar mais partido dos ecrãs touch (assim como do Windows 8), a compatibilidade com a arquitetura ARM, integração com a rede social Yammer, maior integração com alguns dos serviços baseados na cloud como é o caso o Skydrive, integração com o Skype no Outlook, entre muitas outras implementações e novidades.

O download está disponível em http://office.com/preview e a versão que pode ser descarregada e instalada é a Home & Student, que inclui o Word, Excel, Outlook, Powerpoint, One Note.De notar que o Office 2013 deixará de suportar o Windows XP e Windows Vista sendo que desta forma apenas o Windows 7 e Windows 8 serão os sistemas suportados pela nova versão da suite de produtividade.

Fonte: Wintech

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Mais de 350 mil computadores poderão ficar desligados da Internet a partir da próxima segunda-feira devido a um vírus informático.

O alerta está a ser feito pelo FBI, que reconhece que ainda há mais de 350 mil PC infectados com o DNS Changer, um vírus informático criado por cibercriminosos da Estónia que chegou a infectar cerca de meio milhão de computadores.

O esquema, iniciado em 2007, foi desmantelado pelas autoridades norte-americanas no passado mês de Novembro, que tomaram conta dos servidores utilizados pelos autores da fraude para que os cibernautas afectados não ficassem sem acesso à Internet.

Desde então o FBI lançou um site onde os utilizadores podiam ver se o computador estava ou não infectado pelo DNS Changer e caso surgisse a infecção, o site permitia apagar o vírus.

O FBI quer desligar os servidores na próxima segunda-feira, dia 9 de Julho, alegando que os custos com a sua manutenção são bastante altos, e a partir dessa data os cerca de 350 mil computadores infectados, correm o risco de ficar sem acesso à Internet.

Fonte: Sol

“Estamos cá para deixar uma marca no universo”

Visionário, criativo, irascível, místico, carismático, um dos maiores inovadores, senão o maior, da era digital. Morreu aos 56 anos e deixou a sua marca na vida de milhões de pessoas.

Saiu de cena há menos de dois meses com uma missiva curta e directa: “Sempre disse que se chegasse o dia em que não conseguisse cumprir com as minhas funções e expectativas como presidente executivo da Apple, seria o primeiro a informar-vos. Infelizmente, esse dia chegou”.

Ontem à noite, Steve Jobs não resistiu mais à doença contra a qual lutou desde 2004, um cancro no pâncreas.

A sua morte acontece no dia a seguir à estreia do seu sucessor, Tim Cook, no palco dos lançamentos da Apple que Jobs tornou míticos. Uma espécie de última homenagem ao homem que revolucionou não apenas uma indústria, mas a forma como as pessoas comunicam e se relacionam no século XXI.

Jobs foi quase sempre precoce. Nasceu em 1955, em São Francisco, cidade que seria capital, na sua adolescência, do movimento hippie. Ainda na escola telefonou um dia ao então presidente da HP, William Hewlett, o próprio, para lhe pedir peças para um projecto que queria desenvolver.

Conseguiu não só as peças como um estágio de verão na empresa. Fã de Bob Dylan e também dos Beatles, Jobs cresce num ambiente favorável à sua natureza anti status quo que ao longo dos anos iria reforçar.

Foi adoptado por Clara e Paul Jobs que prometeram à sua mãe biológica, Joanne Simpson, dar uma educação universitária a Steve. As coisas não correram exactamente como planeado: ao fim de um semestre, Jobs desistiu do Reed College. Um dos seus primeiros empregos foi como designer de jogos para vídeo na Atari, emprego esse que viria a deixar para poder viajar para a Índia.

Fundou a Apple com apenas 21 anos, em sociedade com o amigo Steve Wozniak, e foi pai pela primeira vez aos 23 anos, de uma rapariga, Lisa, cuja paternidade negou durante vários anos. Posteriormente teve mais três filhos no seu casamento com a actual mulher, Laurene Powell.

O primeiro produto Apple – o Apple 1 – foi construído na garagem dos pais de Steve Jobs, como mandam as boas novelas épicas de negócios do século XXI ( e de sempre). O sonho americano começava em 1976 e o financiamento foi parcialmente obtido com a venda de uma carrinha VW de Jobs. O Apple 1 era garantidamente uma proposta diferente: não tinha teclado nem ecrã, tinha de ser montado pelos clientes e custava 666.66 dólares.

No ano seguinte, os dois sócios apresentaram o Apple II que foi recebido com grande entusiasmo. Era o princípio de uma nova era suportada em evidências hoje tão banais quanto o facto de as pessoas preferirem usar um rato para interagir com o computador e poderem clicar em imagens “para fazer coisas” em vez de escrever textos com instruções à máquina. Os interfaces gráficos assumiam-se, assim, desde o primeiro momento como uma poderosa arma Apple. Depois de um bem sucedido lançamento do Macintosh em 1984, Jobs sairia da Apple em 1986 na sequência de confrontos regulares com colegas e com o CEO que ele próprio tinha ido recrutar à Pepsi, John Sculley .

O que poderia ser para muitos um fim de linha, revelou-se para Jobs um novo começo.

Fundou a NeXT e seguiram-se 10 anos de um outro caminho, à margem da Apple, onde conheceria momentos de extraordinária oportunidade, como foi o da compra dos estúdios Pixar a George Lucas, ainda antes de sucessos como Toy Story.

Em 1996, num volte-face digno dos filmes, a Apple compra a NeXT e Jobs está de regresso à sua criação original. Mais velho, mais experiente e igual e em tudo o resto, Jobs inicia à frente da Apple uma nova e genial etapa, em que seriam criados alguns dos objectos e plataformas que moldam o mundo de hoje: iTunes (2003), Iphone (2007), App Store (2008), iPad (2010).

Jobs deixa uma empresa que vende mais 275 milhões de iPods 100 milhões de iPhones e 25 milhões iPads em todo o mundo. Deixa mais do que isso: uma visão e um exemplo de que é mesmo possível mudarmos o mundo.

Fonte: @SAPO

A AVG lançou sua linha de produtos 2012. Isso inclui o AVG Internet  Security, o AVG Anti-Virus e claro, o AVG Free Anti-Virus 2012. Abaixo você encontra os links para download do instalador offline do AVG Free Antivírus 2012 (32 e 64 bits), que diferente do instalador web, contém o arquivo de instalação completo do AVG. Ele é útil principalmente para usuários que precisam atualizar o antivírus em mais de um computador.

A nova versão oferece uma varredura inteligente, que aproveita a rede de detecção de comportamento do AVG para verificar arquivos seguros conhecidos uma única vez. Depois disso, ele só verifica esse arquivo novamente se detectar alguma alteração.

Além disso, se você estiver usando o computador durante uma verificação agendada, ela é executada em modo de baixa prioridade para não interferir no seu trabalho e quando ele detecta que você não está mais usando o computador, a verificação volta a ser executada em modo de alta prioridade.

Além disso, o desempenho do AVG foi melhorado, o banco de dados de assinaturas de vírus foi reduzido em 40%, assim como o número de processos, fazendo com que o antivírus consuma 20% menos memória.

Outra melhoria na versão 2012 é na ferramenta AVG LinkScanner, que agora utiliza análise heurística para detectar ameaças desconhecidas em pesquisas feitas em sites de busca e páginas da web que você visita.

Uma das novidades dessa versão é a ferramenta de monitoramento. Chamada de AVG Advisor, ela alerta o usuário quando o navegador  (Firefox, Chrome, Internet Explorer) consome muita memória. Quando isso acontece, ele oferece a opção de reiniciar o navegador, que muitas vezes resolve o problema de consumo.

Outras duas novidades dessa versão são o PC Analyzer e AVG Accelerator. O primeiro é uma ferramenta de manutenção, que verifica e corrige erros no computador. O segundo é uma ferramenta que otimiza sua conexão para acelerar o carregamento de vídeos do Youtube e de downloads feitos no site Download.com.

Fonte: softdownload.com

Ora cá estamos nós para mais uma rubrica “Comandos Linux para Totós”! Depois de termos apresentado alguns comandos básicos no tutorial nº1 (ver aqui) e tutorial nº2 (ver aqui), hoje vamos aprender como criar uma estrutura de directórios/subdirectórios e também criar alguns ficheiros. No final do artigo estão também algumas dicas fantásticas que os nossos leitores vão deixando nos comentários.

Prontos para mais uma viagem no “terminal preto”?  Ora vamos lá!

Relembramos que para acompanharem estes tutoriais é necessário que possuam um terminal Unix/Linux para ir experimentando e aprendendo os comandos apresentados. Para os que já dominam a matéria, lanço desde já o desafio de colaborarem nesta rubrica (podem enviar os vossos artigos para mim).

Como já referimos em alguns artigos, a shell (terminal) do Linux permite introduzir comandos. Através dos comandos podemos realizar quase todas as tarefas possíveis num sistema como por exemplo copiar ficheiros, criar/apagar directórios, controlar serviços, etc.

whoamipwdid whodatecal | man | hostname | uptime | history | uname | lsb_release | df … ainda se lembram? Se não, vejam aqui e aqui

Para o tutorial de hoje criei um pequeno exemplo de uma estrutura de directórios/subdirectórios e ficheiros que vamos agora implementar no nosso terminal Linux.

Veja todo o tópico aqui

Fonte: pplware.sapo

Entenda que medidas tomar quando seu site fica offline… e evite esse stress.


Quem tem um site ou blog na Internet sabe como é complicado quando ele sai do ar. E a maioria dos webmasters e blogueiros nem sempre estão preparados ou sabem reagir a uma crise.

A “crise” pode ser uma queda temporária, uma invasão por hackers ou um problema grave no servidor que deixa seu site fora do ar. Assim você perde visitas e, no caso de quem tem um site que gera renda, perde dinheiro também.

Vamos levantar então alguns tópicos de que atitudes tomar.

Quando seu site sai do ar, você não deve ser o primeiro a saber?

A maioria dos provedores nacionais (e alguns internacionais) só te avisa que há algum problema no seu site quando a coisa já está pra lá de feia. Pequenas quedas passam despercebidas. O site Are my sites up? tem um serviço interessante de monitoramento de domínios, informando via e-mail quando o site cai, permitindo uma ação antes que seu cliente ligue reclamando, ou que você descubra por si mesmo que seu site está com problema.

O serviço permite cadastrar 5 sites de graça e você pode organizar por servidor. Afinal, a maioria das vezes que o site cai é porque o servidor caiu.

Como saber se ele está realmente offline?

Antes de correr para ligar e reclamar com sua empresa de hospedagem, verifique os seguintes itens:

1. Sua internet está conectada e funcionando normalmente?

2. Você digitou o endereço corretamente?

3. Peça para pelo menos 2 pessoas da sua lista de contatos – de preferência de provedores de internet diferentes –  tentarem acesso. Muitas vezes é apenas um problema de DNS da sua hospedagem ou do provedor.

4. Verifique se o pagamento da anuidade do seu domínio foi efetuado.

5. Verifique se as mensalidades da hospedagem estão em dia.

6. O servidor está há muito tempo fora do ar? Muitas vezes uma manutenção pode demorar e derrubar o site por alguns instantes. Recomendamos que você espere ao menos 15 minutos antes de contatar sua hospedagem.

Um site bacana que pode ajudar é o Down for everyone or Just Me (Caiu pra todo mundo ou só pra mim?). Basta digitar o endereço do site na barrinha disponível e dar <Enter>.

O site está realmente fora do ar. E agora?


Calma, não se desespere. O primeiro passo é acionar a empresa que hospeda seu site. Dê preferência àquelas que possuem chat ao vivo, ou atendimento telefônico.Verifique com o suporte se está está tudo ok. Se eles disserem que está tudo normal (como sempre fazem), diga que já pediu a 2 amigos de provedores diferentes para testarem (conforme passo 3, acima). Se realmente estiver tudo ok é hora de abrir o FTP e verificar se os arquivos estão no local correto ou se foram acessados indevidamente, já que o site pode ter sido invadido. Procure por pastas estranhas, imagens que não exisitiam e coisas do tipo.

Retornando ao ar

A maioria das hospedagens que tem atendimento online já pode passar um posicionamento. Se o seu site foi mesmo apagado você deve pedir um restore, indicando o dia em que você se lembra que estava tudo ok. Atenção agora! Alguns hosts como a Locaweb usam servidores diferentes para a base de dados e para os arquivos, cobrando por 2 restores. Verifique se na sua hospedagem tudo é salvo no mesmo servidor e peça o restore. Existem provedores que fornecem um restore gratuito por mês. Portanto, ao assinar o host é sempre bom verificar isso.

Voltei ao ar! Fim da história?

Nem sempre. Novamente, acesse o site por FTP e veja se não há arquivos estranhos ou algo esquisito que não deveria estar lá. Se você usa afiliados como Adsense, Mercado Sócios ou Submarino, verifique se os IDs nos banners são os seus. Não raro, usuários inescrupulosos invadem sites para trocar o ID dos banners. Se você foi vitima de algum ataque hacker é bom verificar com a hospedagem quais são os procedimentos para incrementar a segurança.

Fonte: Mestre dos Sites

Conheça os melhores plugins para segurança e entenda porque é importante não descuidar… mesmo que seu blog seja apenas um hobby.


Imagine a situação: você tem um blog que, após meses de divulgação, trabalho e investimento, vem dando um certo retorno. Ele rende bastante visitação pelos mecanismos de busca e aquele dinheirinho no final do mês. Eis que um dia, de repente, você acorda, acessa o blog e lá está uma imagem com os dizeres “hacked by X,  the unoccupied hacker“. Você então, desesperado, aciona o suporte da sua hospedagem. E por mais que eles sejam eficientes, até você ter percebido, o suporte ter agido e tudo ter voltado ao normal, seu site ficou no mínimo umas 10 horas OFF line.

Como impedir que isso aconteça?

Como nem todo mundo tem verba pra sair investindo em uma consultoria de segurança, existem soluções mais ao alcance dos “pobres mortais”. Os plugins de segurança do WordPress podem aumentar a segurança do login, restringir acessos indevidos e até funcionar como um antivírus em seu site. Vamos então aos plugins mais conhecidos:

1. Secure WordPress

Provavelmente o mais famoso plugin de segurança do WordPress. Ele remove mensagens de erro nas páginas de login, adiciona arquivos index.html aos seus diretórios para prevenir acesso às listagens de arquivos e plugins instalados, remove a versão do seu WordPress e oferece ainda segurança extra para o seu blog. É um tudo-em-um bem eficaz e aqui tem ele pra baixar.

2. Antivirus

Este plugin procura por injecções maliciosas e possíveis ataques ao seu blog, bem como procura por worms e malware no seu sistema WordPress. Pode ser baixado aqui.

3. Block spam by math

Embora não pareça, esse plugin, além de prevenir spam, acaba sendo uma mão na roda contra a tentativa de quebra de senha. Uma vez que ele coloca uma expressão matemática nova toda vez que se digita a senha, não há como fazer um script para ficar tentando quebra-la, pois o dado teria que ser enviado junto com a expressão matemática e não há como prever qual virá.Você pode conhecê-lo melhor aqui.

4. Login lockdown

Este plugin faz um registro dos endereços de IP que tentam efetuar login no seu blog, mas que por alguma razão falham (erro de senha etc). Depois de um certo número de erros de login, o Lockdown bloqueia o campo de login para esse usuário durante um período de tempo pré-definido. Esse plugin poderá ajudá-lo contra ataques forçados como quando tentam adivinhar sua senha. Ele pode ser baixado aqui.

5. WP Security Scan

Analisa sua instalação do WordPress para vulnerabilidades de segurança e sugere ações corretivas para:

– senhas
– permissões de arquivos
– segurança de banco de dados
– versão
– proteção e segurança para o wp-admin
– remove o gerador de tags META do núcleo do WP

Download aqui.

6. WP-Sentinel

Este plugin é um sistema de segurança no WordPress plugin que irá checar cada solicitação HTTP contra um determinado conjunto de regras para filtrar as solicitações maliciosas, sendo capaz de bloquear os seguintes tipo de ataque:

cross site scriptings
– injeções HTML
– inclusões remotas de arquivo
– inclusões locais de arquivo
– injeções SQL
cross site request

O WP-Sentinel NÃO irá verificar as solicitações do usuário logado como administrador. Caso você queira verificar a instalação terá de fazer logout. Baixe aqui
Fonte: mestre dos sites