Arquivo de Outubro, 2011

Seis zonas espectáculo para ver a prova

Estes são os locais aconselhados para assistir à passagem dos concorrentes. E não se esqueça que a segurança da prova começa em si!

ZE 1/SA 1 – PORTALEGRE (39 14 758N / 07 27 506W)

Localização: Próxima do centro de exames de Portalegre (IP2).

Características: Passagem de água, seguida de salto a anteceder a chegada.

Acessos: Próximo de Portalegre, junto ao IP2 (km 179), acesso a pé (300m). Estacionamentos junto ao IP2, seguir as indicações ZE1

28/10: Prólogo – 1ª Moto: 08h00; 1º Auto: 15h00

29/10: Final da prova – 1ª Moto: 14h00; 1º Auto (SS2): 09.45h; 1º Auto (SS3): 15h45

ZE 2 – MONTE DA PEDRA/CRATO (39 21 989 / N07 44 848W)

Localização: Campo de futebol de Monte da Pedra.

Características: Zona artificial com um gancho, algumas curvas e um salto.

Acessos: Existem vários acessos a esta localidade, desde o IP2, por Gafete seguir as indicações Monte da Pedra. Desde Portalegre, via Crato, seguir as indicações para Monte da Pedra. Na povoação seguir as indicações ZE2.

29/10: 1ª Moto (km 47): 09h30; 1º Auto SS3 (km 47): 13h00

ZE 3/SA 3 – TERMAS DA FADAGOSA DE NISA (39 31 498N / 07 47 118W)

Localização: Junto ao IP2, próximo da barragem do Fratel.

Características: Zona artificial com varias características da prova. Boa visibilidade. A Câmara Municipal de Nisa realizou um excelente trabalho para permitir ao público um local agradável com apoios de bares e estacionamento fácil.

Acessos: Vindo de norte, pelo IP2 e após passagem pela Barragem do Fratel, virar à esquerda direcção Monte Claro/Albarrol. 2 km depois chega à ZE3. Do sul, seguir pela IP2 em direcção à A23/Barragem do Fratel e virar à esquerda, direcção Monte Claro/Albarrol/ Nisa, 400 metros depois virar à direita para estrada secundária. Mais 400 metros e chega aos estacionamentos da ZE3.

29/10: 1ª Moto (km 75): 10h00; 1º Auto SS3 (km 75): 13h25

ZE 4 – QUINTA DA MARGALHA/GAVIÃO (39 25 763N / 07 54 672W)

Localização: Quinta da Margalha.

Características: Zona artificial com algumas curvas e um salto. Boa visibilidade.

Acessos: Vindo de norte, pela A23, sair para Mouriscas ou Portalegre ( IP2 ), e seguir as indicações para Gavião (EN 118). Próximo desta localidade seguir pela EN 244 para Ponte de Sôr e um pouco mais à frente seguir direcção Vale da Vinha. A ZE encontra-se imediatamente a seguir ao desvio. Vindo de sul por Ponte de Sôr seguir pela EN244 para Gavião, antes da povoação seguir direcção Vale da Vinha. Já próximo do local seguir indicações ZE4

29/10: 1ª Moto (km 100): 10h25; 1º Auto SS3 (km 100): 13h40

 ZE 5 – PONTE DE SÔR (39 16 291N / 08 01 231W)

Localização: Zona Industrial.

Características: Zona artificial com boa visibilidade. Piso arenoso, bons acessos.

Acessos: Próximo de Ponte de Sôr, seguir as indicações para Zona Industrial e ZE5.

29/10: 1ª Moto (km 131): 10h45; 1º Auto SS2 (km 131): 14h00

ZE 6 – SOUSEL (38 57 651N / 07 41 388W)

Localização: Junto ao antigo campo de futebol.

Características: Zona artificial com algumas curvas e um salto. Boa visibilidade num ponto elevado.

Acessos: Vindo de sul, pela A6, sair para Estremoz e seguir direcção Sousel pela EN 245 ou pelo IP2. Em Sousel seguir direcção Avis e Figueira e Barros. À saída de Sousel encontra a ZE. Vindo de Portalegre pelo IP2 seguir direcção Sousel e as indicações acima referidas. Na povoação seguir as indicações ZE6.

29/10: 1ª Moto (km 303): 12h50; 1º Auto SS2 (km 80): 08h40

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Fonte: bajaportalegre500

Seu tempo é limitado, então não percam tempo vivendo a vida de outro. Não sejam aprisionados pelo dogma – que é viver com os resultados do pensamento de outras pessoas. Não deixe o barulho da opinião dos outros abafar sua voz interior. E mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e sua intuição. Eles de alguma forma já sabem o que você realmente quer se tornar. Tudo o mais é secundário.

Steve Jobs

“Estamos cá para deixar uma marca no universo”

Visionário, criativo, irascível, místico, carismático, um dos maiores inovadores, senão o maior, da era digital. Morreu aos 56 anos e deixou a sua marca na vida de milhões de pessoas.

Saiu de cena há menos de dois meses com uma missiva curta e directa: “Sempre disse que se chegasse o dia em que não conseguisse cumprir com as minhas funções e expectativas como presidente executivo da Apple, seria o primeiro a informar-vos. Infelizmente, esse dia chegou”.

Ontem à noite, Steve Jobs não resistiu mais à doença contra a qual lutou desde 2004, um cancro no pâncreas.

A sua morte acontece no dia a seguir à estreia do seu sucessor, Tim Cook, no palco dos lançamentos da Apple que Jobs tornou míticos. Uma espécie de última homenagem ao homem que revolucionou não apenas uma indústria, mas a forma como as pessoas comunicam e se relacionam no século XXI.

Jobs foi quase sempre precoce. Nasceu em 1955, em São Francisco, cidade que seria capital, na sua adolescência, do movimento hippie. Ainda na escola telefonou um dia ao então presidente da HP, William Hewlett, o próprio, para lhe pedir peças para um projecto que queria desenvolver.

Conseguiu não só as peças como um estágio de verão na empresa. Fã de Bob Dylan e também dos Beatles, Jobs cresce num ambiente favorável à sua natureza anti status quo que ao longo dos anos iria reforçar.

Foi adoptado por Clara e Paul Jobs que prometeram à sua mãe biológica, Joanne Simpson, dar uma educação universitária a Steve. As coisas não correram exactamente como planeado: ao fim de um semestre, Jobs desistiu do Reed College. Um dos seus primeiros empregos foi como designer de jogos para vídeo na Atari, emprego esse que viria a deixar para poder viajar para a Índia.

Fundou a Apple com apenas 21 anos, em sociedade com o amigo Steve Wozniak, e foi pai pela primeira vez aos 23 anos, de uma rapariga, Lisa, cuja paternidade negou durante vários anos. Posteriormente teve mais três filhos no seu casamento com a actual mulher, Laurene Powell.

O primeiro produto Apple – o Apple 1 – foi construído na garagem dos pais de Steve Jobs, como mandam as boas novelas épicas de negócios do século XXI ( e de sempre). O sonho americano começava em 1976 e o financiamento foi parcialmente obtido com a venda de uma carrinha VW de Jobs. O Apple 1 era garantidamente uma proposta diferente: não tinha teclado nem ecrã, tinha de ser montado pelos clientes e custava 666.66 dólares.

No ano seguinte, os dois sócios apresentaram o Apple II que foi recebido com grande entusiasmo. Era o princípio de uma nova era suportada em evidências hoje tão banais quanto o facto de as pessoas preferirem usar um rato para interagir com o computador e poderem clicar em imagens “para fazer coisas” em vez de escrever textos com instruções à máquina. Os interfaces gráficos assumiam-se, assim, desde o primeiro momento como uma poderosa arma Apple. Depois de um bem sucedido lançamento do Macintosh em 1984, Jobs sairia da Apple em 1986 na sequência de confrontos regulares com colegas e com o CEO que ele próprio tinha ido recrutar à Pepsi, John Sculley .

O que poderia ser para muitos um fim de linha, revelou-se para Jobs um novo começo.

Fundou a NeXT e seguiram-se 10 anos de um outro caminho, à margem da Apple, onde conheceria momentos de extraordinária oportunidade, como foi o da compra dos estúdios Pixar a George Lucas, ainda antes de sucessos como Toy Story.

Em 1996, num volte-face digno dos filmes, a Apple compra a NeXT e Jobs está de regresso à sua criação original. Mais velho, mais experiente e igual e em tudo o resto, Jobs inicia à frente da Apple uma nova e genial etapa, em que seriam criados alguns dos objectos e plataformas que moldam o mundo de hoje: iTunes (2003), Iphone (2007), App Store (2008), iPad (2010).

Jobs deixa uma empresa que vende mais 275 milhões de iPods 100 milhões de iPhones e 25 milhões iPads em todo o mundo. Deixa mais do que isso: uma visão e um exemplo de que é mesmo possível mudarmos o mundo.

Fonte: @SAPO