GNR precisa de libertar militares de funções administrativas para policiamento

Posted: 12 de Junho de 2011 in [Noticias]
Etiquetas:, ,

A Associação Socioprofissional Independente da Guarda (ASPIG) reclamou hoje a libertação de mais militares da GNR para funções de policiamento, alertando para a «onda de violência» que os guardas têm enfrentado nos últimos dias.

O dirigente da ASPIG José Alho disse à agência Lusa que «não há falta de efectivos» na GNR, mas que muitos «não estão em actividade operacional».

«Logística e administração» são funções que a GNR poderia contratar com empresas civis mas que «por falta de dinheiro» se vê obrigada a atribuir a guardas, indicou José Alho, que espera que «o próximo governo cumpra o que está prometido» e liberte mais guardas para as ruas.

Hoje, um guarda da GNR foi ferido em Quarteira por um homem que depois se barricou num prédio. No sábado à noite, militares da Guarda foram apedrejados no Bairro do Torrão, em Almada.

São dois exemplos da «onda de violência» que a ASPIG condena.

José Alho salientou ainda que devido à falta de guardas na actividade operacional, há situações no interior do país em que «um ou dois guardas fazem o patrulhamento de dois ou três concelhos».

«Os patrulheiros da GNR são os que enfrentam os problemas no dia-a-dia e são os mais mal apetrechados e mais mal pagos. São eles o garante da segurança de pessoas e bens e tão mal reconhecidos pelo poder político», lamentou em comunicado a ASPIG, que José Alho afirma ter «cerca de três mil associados».

Fonte: SOL

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s